Escola Da Fenix Negra Para Pessoas Superdotadas...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Platao - A Alegoria Da Caverna

Sócrates – Imagine homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.

Glauco – Estou vendo.

Sócrates – Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objetos de toda espécie, que os transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem em silêncio.

Glauco - Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.

Sócrates - Assemelham-se a nós. E, para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e de seus companheiros, mais do que as sombras projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica defronte?

Glauco - Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?

Sócrates - E com as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?

Glauco - Sem dúvida.

Sócrates - Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas que tomariam por objetos reais as sombras que veriam?

Glauco - É bem possível.

Sócrates - E se a parede do fundo da prisão provocasse eco sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles?

Glauco - Sim, por Zeus!

Sócrates - Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados?

Glauco - Assim terá de ser.

Sócrates - Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ilusao. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras. Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?

Glauco - Muito mais verdadeiras.

Sócrates - E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são realmente mais distintas do que as que se lhe mostram?

Glauco - Com toda a certeza.

Sócrates - E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando tiver chegado à luz, poderá, com os olhos ofuscados pelo seu brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos verdadeiras?

Glauco - Não o conseguirá, pelo menos de início.

Sócrates - Terá, creio, necessidade de se habituar a ver os objetos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e sua luz.

Glauco - Sem dúvida.

Sócrates - Por fim, suponho, será o sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal qual é.

Glauco - Necessariamente.

Sócrates - Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.

Glauco - É evidente que chegará a essa conclusão.

Sócrates - Ora, lembrando-se de sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?

Glauco - Sim, com certeza, Sócrates.

Sócrates - E se então distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou em último lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?

Glauco - Sou de tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.

Sócrates - Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: Não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente da luz do Sol?

Glauco - Por certo que sim.

Sócrates - E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras, estando ainda sua vista confusa e antes que seus olhos se tenham recomposto, pois habituar-se à escuridão exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se alguém tentar libertar e conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?

Glauco - Sem nenhuma dúvida.

Sócrates - Agora, meu caro Glauco, é preciso aplicar, ponto por ponto, esta imagem ao que dissemos atrás e comparar o mundo que nos cerca com a vida da prisão na caverna, e a luz do fogo que a ilumina com a força do Sol. Quanto à subida à região superior e à contemplação dos seus objetos, se a considerares como a ascensão da alma para a mansão inteligível, não te enganarás quanto à minha idéia, visto que também tu desejas conhecê-la. Só Deus sabe se ela é verdadeira. Quanto a mim, a minha opinião é esta: no mundo inteligível, a idéia do bem é a última a ser apreendida, e com dificuldade, mas não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o que de reto e belo existe em todas as coisas; no mundo visível, ela engendrou a luz; no mundo inteligível, é ela que é soberana e dispensa a verdade e a inteligência; e é preciso vê-la para se comportar com sabedoria na vida particular e na vida pública.

Glauco - Concordo com a tua opinião, até onde posso compreendê-la

domingo, 19 de outubro de 2008

Superdotados



Somos apenas 5% das pessoas que existem e isso significa que somos 5 dentre 100 pessoas
Mas nao somos poucos...
Se pegarmos essa Porcentagem e aplicarmos na populacao mundial teremos 5% de 6 Bilhoes de pessoas e isso é muito
5% de 6 bilhoes é 300 Milhoes de Superdotados
Gente pra caralho
Mesmo se fossemos tao pouco como pessao isso nao seria motivo para sentirem-se sosinhos e se misturarem com o quê nao presta
Nao é bom serem carentes... Nao sejam assim...
Eu fiz e farei uma longa viagem, meus queridos irmaos
Mas nunca lhes deixei e nunca lhes deixarei... Mesmo preste a morrer
Faca de minha forca a sua
E assim como voces veem minha vida com seus olhos eu vejo a de voces com os meus
O filho se torna o Pai e o Pai se torna o filho

sábado, 3 de maio de 2008

Administracao De Empresas - ADM







Em primeiro lugar uma empresa nao é um brinquedo porem, nao falaremos sobre isso agora mas se possivel depois...
Eu vou explicar o quê eu disse naquele dia...
Todas as empresas tem custos
Receita - Custos = Lucro
1000 - 800 = 200
O lucro é uma coisa que depende da empresa e produto em questao
Exemplo - I
Sou a SONY
Eu tenho
Custo - I - Producao e vendas de produtos
Para um Televisor BRAVIA de 50 Polegadas chegar à loja final eu gasto 500 Reais
Meu setor de Marketing diz que é para eu anunciar por 10.000 porque quanto maior o valor colocado mais bem visto será o produto e chamam isso de valorizar o produto e dizem tambem que terei mais lucro
Isso nao é valorizar e posso fexar as portar assim como tantos outros mas esse nao o assunto em questao...
Proceguindo...
Se eu colocar o Televisor por 10.000 Reais eu venderei 1 por ano e terei um lucro de 9.500 Reais em um ano
Se eu colocar o Televisor por 2000 Reais eu venderei 100 Televisores em um ano
Receita - Custo = Lucro
Receita = 100 X 2000 = 200.000
Custos = 100 X 500 = 50.000
Receita - Custos = Lucro
200.000 - 50.000 = 150.000
No segundo raciocinio eu teria 150.000 Reais de Lucro em um ano com esse produto enquanto que eu teria 9.500 Reais em um ano com a venda de um unico Televisor
Porem eu tenho um setor de desenvolvimento de Tecnologia que me custa por ano 50.000 Reais por ano e nao pode faltar a verba desse setor
Entao eu devo distribuir esse custo extra em todos os produtos
Assim 50.000 Reais dividido por 100 Televisores vendidos dão 500 Reais para cada Telivisor e seu custo entao fica por 1.000 Reais
Mas para simplificar... 150.000 Reais de lucro menos 50.000 de custo com Setor Tecnologico dão 100.000 Reais de lucro

O problema é que existem muitos doidos que acham que porque uma pessoa pagaria 2.000 Reais em um Televisor de 50 Polegadas que ele tambem poderia pagar 10.000 quando que nunca foi assim
Pouco poderiam mas desses pouco apenas alguns precisam ou tem interesse no produto
Eu irei ensinar um assunto fundamental da Matematica chamado Probabilidade que ajudará voces à entenderem muitas coisas assim como Matematica Finaceira que ajudará a organizar a porra...
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... Zero Absoluto - Bruce Wayne - Afinal... O que na vida nao eh administracao?

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Direito - Julgamento

Nunca se juga uma pessoa por sua atitude... Juga-se pelo motivo do ato ou falta do ato...
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Exemplo:
Duas mortes em apartamentos diferentes houveram nessa madrugada...
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Motivos:
Apartamento I
- Um homem entrou em sua casa em silencio como sempre para nao acordar alguem... Ele viu que a casa estava muito bagunçada e entrou cautelosamente na casa... Ao chegar ah seu quarto a porta estava encostada mas deu para ver sua filha e esposa amarradas em duas cadeiras e um homem com uma maleta no chao cheia de equipamentos de tortura estava com uma lamina na mao e estava se dirigindo em direçao ah sua filha... Nesse momento o pai abre a porta ferosmente... O criminoso vira-se e recebe o soco na cara e cai... O pai bate no criminoso até a morte...
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Apartamento II
- Um homem torturou e matou lentamente uma mulher so por maldade
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Notem que as coisas foram diferentes e consequentemente devem serem tratadas conforme seu caso
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Texto De Zero Absoluto - Justus Maximus Possible...

domingo, 27 de janeiro de 2008

Enigma


Esse enigma eu fiz hoje na praia para os camaradas
É facinho mas acho que vao gostar

- Começa com o nascimento
- Mas so encontramos no final
- E é de quem ninguém pode fugir

HAHAHAHAHAHAHA
Facinho, não é

Resposta - etrom